O Estado de Bem-estar Social é o nome que se dá à organização política-social do governo que tem como objetivo a busca por uma maior igualdade entre a população. Em geral, se busca garantir as necessidades básicas à população: educação, saúde, alimentação e em certos casos até mesmo moradia.
Historicamente o Estado de Bem-estar Social foi uma política defendida por movimentos sociais a partir do século XIX, período de maior progresso econômico da história. Pouco a pouco essas políticas foram sendo adotadas e desenvolvidas. Ao princípio muitas pessoas pagavam para poucas e não havia um gasto muito relativo. Logo após o fim da Segunda Guerra, essas políticas se estabeleceram de vez, principalmente na Europa após o estabelecimento da social-democracia e os programas foram se expandindo cada vez mais e os gastos eram cada vez mais altos.
Essas políticas realmente geram uma maior igualdade entre a população, mas será que a igualdade deve ser mais importante do que a liberdade do ser humano? Qual o custo que isso implica?
Qual o custo do bem estar social?
Historicamente o Estado de Bem-estar Social foi uma política defendida por movimentos sociais a partir do século XIX, período de maior progresso econômico da história. Pouco a pouco essas políticas foram sendo adotadas e desenvolvidas. Ao princípio muitas pessoas pagavam para poucas e não havia um gasto muito relativo. Logo após o fim da Segunda Guerra, essas políticas se estabeleceram de vez, principalmente na Europa após o estabelecimento da social-democracia e os programas foram se expandindo cada vez mais e os gastos eram cada vez mais altos.
Essas políticas realmente geram uma maior igualdade entre a população, mas será que a igualdade deve ser mais importante do que a liberdade do ser humano? Qual o custo que isso implica?
Qual o custo do bem estar social?
Acredito que serviços básicos não podem ser direitos. Como pode ser um direito se ele não é natural do homem? Como o serviço teria que ser oferecido por outro indivíduo, não se pode dizer que serviços básicos são direitos.
A igualdade posta sobre a liberdade por meio da força, acaba destruindo a própria igualdade e a liberdade, já que o poder para tal, acaba terminando nas mãos de alguém que o usa para promover interesses próprios. Países que adotaram a liberdade acima da igualdade terminaram por ser nações prósperas e mais igualitárias como a Suíça e a Austrália.
O uso da força como método para adotar políticas assistencialistas geram diversos problemas, entre eles:
- Para gastar o dinheiro de outra pessoa você terá de tomar o dinheiro dela, que é exatamente como o governo faz, dessa forma, o uso da força está na essência do Bem-estar Social. Por ser uma falsa solidariedade, já que não é voluntária, acaba-se construindo um sentimento contrário à verdadeira solidariedade, ele destrói a verdadeira caridade, intrínseca no ser humano. As pessoas pensam que como já pagam altos impostos para esses programas, elas não têm o dever com outros indivíduos, como assistir uma pessoa na ruas ou até mesmo ajudar um familiar doente, já que ele já possui saúde “ de graça”.
- Um outro grande problema do Estado de Bem-estar Social é o comodismo que ele gera nas pessoas. Como já lhes são garantidas tantas coisas, elas não têm de se preocupar muitas vezes em aprimorar-se e buscar um emprego melhor, pois não lhe fará falta. O que também acaba gerando certa revolta por parte da população que se dedica e termina por pagar essas garantias forçadas do governo.
- Para o governo oferecer os serviços básicos, alguém tem de oferecer-los e para tanto, há custos e o dinheiro tem de sair de algum lugar. A única fonte de renda do governo é o dinheiro da população, o governo terá que tirar de alguma forma da população, seja diretamente, por meio de tributos; indiretamente, por meio da inflação ou por meio dos lucros de uma empresa estatal num setor onde normalmente é proibida a competição. O governo como péssimo administrador de recursos,e não possuir um incentivo econômico, não terá eficiência na prestação de serviços, assim, os gastos serão cada vez mais altos e a qualidade diminui aos poucos. O serviço é tão ruim que muitas vezes as pessoas preferem pagar pelo mesmo serviço no setor privado onde sabem que terão um serviço de melhor qualidade. Sabendo disso, o governo para não perder sua autoridade no mercado, intervém aprovando medidas que dificultam que entes privados ofereçam os mesmos serviços prestados pelo governo, como leis que definem que o governo irá regular todo o ensino e a saúde, decidindo arbitrariamente quem pode ou não pode dar aula ou oferecer assistência médica, por exemplo: Se alguém quiser dar aula de matemática na própria casa cobrando pelo serviço, ela teria de pedir permissão do governo para tal ou ter um diploma reconhecido pelo governo, independentemente se esta pessoa possua o conhecimento ou não para tal. Outro exemplo são leis passadas que aumentam a burocracia para uma pessoa que queira oferecer um serviço de saúde, cobrando pelo serviço. Mesmo que ela possua o conhecimento para prestar uma boa assistência médica, o governo somente permitirá se ela possuir um diploma carimbado por um burocrata, caso contrário você está fora da lei, sujeito a ser punido severamente. O diploma reconhecido pelo Estado, nos dois casos, vale mais que o próprio conhecimento.
No final das contas, o governo quer proteger o consumidor dele mesmo.
O economista Milton Friedman explica as 4 formas de como se pode gastar o dinheiro, são elas:
- Quando você gasta o seu dinheiro com você mesmo. Então aí se buscará o melhor preço pela melhor qualidade.
- Quando você gasta o seu dinheiro com os demais. Aqui se buscará sempre o melhor preço mas nem sempre pela melhor qualidade.
- Quando você gasta o dinheiro dos outros com você mesmo. Então se buscará a melhor qualidade sem se preocupar com o preço.
- Quando você gasta o dinheiro dos outros para os outros. Aqui você não se importa nem com o preço nem com a qualidade. E é justamente dessa maneira que o governo administra os recursos públicos. Ou seja, ele não possui nenhum incentivo econômico para oferecer um bom serviço, a não ser a sua boa vontade.
É por esta razão que os recursos nas mãos de alguém que não possui incentivos, a não ser a própria boa vontade, não são bem administrados.
O serviço público não está a mercê do consumidor mas sim o contrário. Quando, pelo outro lado, o serviço é oferecido pelo setor privado, o prestador depende do consumidor para sobreviver no mercado.
Diferente das relações com o governo, a relação comercial da população entre sí é voluntária e benéfica, já que uma troca apenas acontecerá caso ambas as partes sintam que se beneficiarão de tal troca.
Até mesmo a forma de pensar na hora de oferecer um serviço é diferente, o servidor público, com seu salário já garantido, ao receber um serviço extra, pensará que terá um trabalho extra a fazer, ou seja, desnecessário (não que esta seja a regra mas como eu disse, dependerá da sua boa vontade). Um servidor no setor privado, que depende do consumidor para receber um bom salário, imagina que na hora de oferecer um serviço é uma oportunidade de ganhar mais dinheiro.
Quando o governo cobra impostos da população para oferecer seus péssimos serviços, ele parte do pressuposto que pode gastar melhor o seu dinheiro do que você mesmo. O dinheiro que você poderia estar usando para investir em algum projeto pessoal ou até mesmo para doar à caridade é retirado de você a força e usado muitas vezes para pagar assistência médica a uma pessoa que fuma cigarro ou se alcooliza com frequência. Você que se dedica para se manter saudável termina pagando pela saúde de alguém que não preza tanto pela própria saúde. Outro exemplo é quando alguém que valoriza o aprendizado e se dedica e se sacrifica para poder financiar seus estudos ou prefere estudar em casa, ou até mesmo não gosta de estudar e prefere viver de outra coisa, paga coercitivamente para outra pessoa estudar, ainda que ela não dê valor ao estudo ou ao teu dinheiro, muitas vezes ela é financiada para fazer um curso numa faculdade que nem mesmo lhe interessa, mas se inscreve pelo simples fato de ser "grátis".
Algo que é ainda pior é quando o governo utiliza o seu dinheiro retirado a força para aplicá-lo em algum setor “estratégico” e justifica dizendo que isso incentivará a economia.
No Brasil existe um banco de desenvolvimento(BNDS) que repassa dinheiro público a setores "estratégicos" da economia. Financiamos grandes empresários como os irmãos Joesley da JBS, Eike Batista e Emilio Odebretch. Tudo em nome do "incentivo à economia". Fomos obrigados a financiar estádios de futebol que seriam utilizados na Copa. O governo coagiu empresas e pessoas produtivas a financiarem os estádios. Em vez dessas mesmas empresas contratarem novos empregados, tiveram que passar parte da receita ao governo. O dinheiro foi retirado de um setor a força para ser alocado em outro porque o governo “acha” que a Copa é mais importante que novos empregos.
No Brasil também, uma vez que o governo define o que é cultura, somos obrigados a financiar artistas já conceituados que já são completamente capazes de financiar o próprio evento. Tudo sob a legenda de “incentivos à cultura”, ou seja, não você, mas o governo decide o que é ou não é cultura e quer você goste ou não será obrigado a pagar por isso.
O governo ainda faz uso da propaganda para tentar legitimar suas atitudes injustas, como por exemplo, quando o governo quer implantar um novo programa, muitas vezes, celebridades que são grandes influenciadoras das massas são chamadas para fazerem propaganda. Ou como antes da Copa, quando um jogador famoso afirmou que: “Copa do Mundo se faz com estádios e não hospitais”
As consequências do Bem-estar Social
A implementação do Bem-estar Social causou a estagnação de economias altamente desenvolvidas que estavam entre as maiores do mundo antes da sua implementação. Os países europeus (não todos) são os países onde há maior presença dessas políticas. Com o aumento da burocracia para abrir negócios, aumento de impostos e bancos centrais cada vez mais inflacionários e autoritários, empresas foram se afastando desses países, e a criação de novas empresas locais foi reduzida a níveis ridículos, permanecendo então apenas as empresas já estabelecidas no mercado (que aliás são praticamente todas a favor dessas políticas que dificultam a concorrência), dessa forma, as economias desses países têm ficado cada vez menos dinâmicas em relação a outros países. Não é atoa que os países europeus têm perdido cada vez mais espaço no comércio mundial, principalmente a partir do fim da Segunda Guerra.
Países ricos podem ser dar ao luxo de tomar mais decisões ruins que países mais pobres, a Europa que antes era o centro do mundo e do comércio, aderiu a essas políticas, e apenas meio século de políticas ruins foram capazes de afastar a Europa do centro do mundo. Uma hora não haverá condições de que se siga assim e alguma decisão radical terá de ser tomada, já que essas políticas são insustentáveis e fonte de corrupção.
A Alemanha, que não aderiu da mesma forma o Bem-estar Social, atualmente é a principal potência europeia e possui uma economia altamente dinâmica.
E a Suécia?
Essa é a pergunta que muitos defensores do Estado de Bem-estar Social e a social-democratas fazem, afirmando que as políticas assistencialistas funcionam nesse país e por essa razão o país é desenvolvido e próspero. Realmente, a Suécia possui um IDH elevado e uma desigualdade mínima. Mas muito pelo contrário, a razão de todo esse desenvolvimento são os altos impostos e as políticas assistencialistas.
A Suécia viveu um longo período de Laissez-faire, entre 1870 e 1950, chegando a ter a posição de quarta maior economia do mundo, por conta de seu comércio desenvolvido. Durante a década de 50 a Suécia passou a adotar políticas assistencialistas e as afirmanou definitivamente durante a década de 70. Já nessa época a Europa estava se desenvolvendo rapidamente, liderada pela Alemanha Ocidental, mas a Suécia permaneceu estagnada. O país, já burocratizado viveu a pior crise da sua história durante a década de 90. A resposta para a crise foi um recuo nas políticas assistencialistas por parte do governo e redução de gastos, que foi o que permaneceu até hoje.
O governo sueco cobra os impostos de maneira mais transparente, o que facilita o desenvolvimento da economia. Os impostos não são cobrados sobre a própria atividade econômica, ou seja, bens e serviços não são altamente taxados, tornando o comércio acessível a todas as classes. Os impostos são cobrados principalmente sobre renda da população, de onde é retirado em média 50%.
Altos impostos não são o único fator que leva ao alto padrão de vida da Suécia. Cobrar altas taxas não significa de maneira alguma um aumento do padrão de vida, existem países onde também se cobram altos impostos mas o padrão de vida é baixo, como no Brasil.
A Alemanha, que não aderiu da mesma forma o Bem-estar Social, atualmente é a principal potência europeia e possui uma economia altamente dinâmica.
E a Suécia?
Essa é a pergunta que muitos defensores do Estado de Bem-estar Social e a social-democratas fazem, afirmando que as políticas assistencialistas funcionam nesse país e por essa razão o país é desenvolvido e próspero. Realmente, a Suécia possui um IDH elevado e uma desigualdade mínima. Mas muito pelo contrário, a razão de todo esse desenvolvimento são os altos impostos e as políticas assistencialistas.
A Suécia viveu um longo período de Laissez-faire, entre 1870 e 1950, chegando a ter a posição de quarta maior economia do mundo, por conta de seu comércio desenvolvido. Durante a década de 50 a Suécia passou a adotar políticas assistencialistas e as afirmanou definitivamente durante a década de 70. Já nessa época a Europa estava se desenvolvendo rapidamente, liderada pela Alemanha Ocidental, mas a Suécia permaneceu estagnada. O país, já burocratizado viveu a pior crise da sua história durante a década de 90. A resposta para a crise foi um recuo nas políticas assistencialistas por parte do governo e redução de gastos, que foi o que permaneceu até hoje.
O governo sueco cobra os impostos de maneira mais transparente, o que facilita o desenvolvimento da economia. Os impostos não são cobrados sobre a própria atividade econômica, ou seja, bens e serviços não são altamente taxados, tornando o comércio acessível a todas as classes. Os impostos são cobrados principalmente sobre renda da população, de onde é retirado em média 50%.
Altos impostos não são o único fator que leva ao alto padrão de vida da Suécia. Cobrar altas taxas não significa de maneira alguma um aumento do padrão de vida, existem países onde também se cobram altos impostos mas o padrão de vida é baixo, como no Brasil.
A causa do alto nível de vida na Suécia e nos países nórdicos é porque antes da implementação do welfare state estas já eram nações ricas.
Como eu disse, meio século de Bem-estar Social foram capazes de tirar a Europa do centro do mundo e um país como a Suécia que possuía a quarta maior economia mundial não é nem lembrada como potência econômica nem mesmo na Europa.
Concluindo, a Suécia não é nem de longe um exemplo de socialismo. O Estado de Bem-estar Social tem causado a decadência do país, não só no aspecto econômico mas também no social. Como a Suécia atrai muitos imigrantes por suas políticas assistencialistas, a cultura local acaba sendo relativizada já que muitos imigrantes que chegam nem mesmo a respeitam. A Suécia possui a maior taxa de estupro da Europa e vem sofrendo com atos de terrorismo recentemente. O país, assim como toda a Europa em geral, está perdendo sua identidade cultural. Estima-se que em apenas 30 anos países como a França, Bélgica e Suécia terão mais da metade da sua população formada por descendentes de imigrantes. O que demorou mais de um milênio para se formar, será destruído em meio século se estes países seguirem por esse caminho.
O assistencialismo subsidiando o terrorismo na Europa
Acredito eu que o problema do terrorismo na Europa não é o imigrante, como muitos acusam, mas sim o forte assistencialismo que existe nesses países. Explicarei o porque:
Uma vez vi uma palestra do professor Márcio Coimbra, onde apresentava sua tese e explicava como o assistencialismo gerava células de terrorismo na Europa, sua explicação foi basicamente a seguinte:
O Brasil é o melhor exemplo no mundo de cooperação entre indivíduos de etnias e culturas tão diversas. Aqui nascem mais descendentes libaneses e sírios do que nesses próprios países.
Os EUA também acolhe grandes quantidades imigrantes todos anos das mais diversas etnias e raças do planeta. Esses países são exemplos de diversidade cultural e miscigenação, ainda assim, apesar dessa diferença cultural, muitos desses imigrantes, após terem passado um curto período nesses países, têm orgulho de ter passado parte de sua formação no país onde estão. Mas por que esse tipo de integração não acontece na Europa, ou pelo menos, acontece com menos intensidade? Por que não se vê nesses países notícias de atentados terroristas realizados por imigrantes da forma que se percebe na Europa?
A Europa é a região mais assistencialista do planeta, uma das regiões que mais recebe imigrantes e aonde há mais casos de terrorismo no Ocidente. Será que há alguma relação entre o assistencialismo europeu com terrorismo?
Concluindo, a Suécia não é nem de longe um exemplo de socialismo. O Estado de Bem-estar Social tem causado a decadência do país, não só no aspecto econômico mas também no social. Como a Suécia atrai muitos imigrantes por suas políticas assistencialistas, a cultura local acaba sendo relativizada já que muitos imigrantes que chegam nem mesmo a respeitam. A Suécia possui a maior taxa de estupro da Europa e vem sofrendo com atos de terrorismo recentemente. O país, assim como toda a Europa em geral, está perdendo sua identidade cultural. Estima-se que em apenas 30 anos países como a França, Bélgica e Suécia terão mais da metade da sua população formada por descendentes de imigrantes. O que demorou mais de um milênio para se formar, será destruído em meio século se estes países seguirem por esse caminho.
O assistencialismo subsidiando o terrorismo na Europa
Acredito eu que o problema do terrorismo na Europa não é o imigrante, como muitos acusam, mas sim o forte assistencialismo que existe nesses países. Explicarei o porque:
Uma vez vi uma palestra do professor Márcio Coimbra, onde apresentava sua tese e explicava como o assistencialismo gerava células de terrorismo na Europa, sua explicação foi basicamente a seguinte:
O Brasil é o melhor exemplo no mundo de cooperação entre indivíduos de etnias e culturas tão diversas. Aqui nascem mais descendentes libaneses e sírios do que nesses próprios países.
Os EUA também acolhe grandes quantidades imigrantes todos anos das mais diversas etnias e raças do planeta. Esses países são exemplos de diversidade cultural e miscigenação, ainda assim, apesar dessa diferença cultural, muitos desses imigrantes, após terem passado um curto período nesses países, têm orgulho de ter passado parte de sua formação no país onde estão. Mas por que esse tipo de integração não acontece na Europa, ou pelo menos, acontece com menos intensidade? Por que não se vê nesses países notícias de atentados terroristas realizados por imigrantes da forma que se percebe na Europa?
A Europa é a região mais assistencialista do planeta, uma das regiões que mais recebe imigrantes e aonde há mais casos de terrorismo no Ocidente. Será que há alguma relação entre o assistencialismo europeu com terrorismo?
O imigrante, ao saber do Estado assistencialista que existe na Europa, é estimulado a entrar nesses países para melhorar sua condição de vida e buscam aos montes ir para esses países.
Imagine um imigrante que entra na França por exemplo: O lugar que ele busca para morar geralmente é em um subúrbio afastado onde ele encontrará pessoas de mesma origem que a sua. O governo então auxilia essa pessoa de diversas formas, auxílio de moradia, alimentação, educação, saúde, seguro desemprego, etc... . O imigrante é empregado em algum comércio perto de sua casa e ao ser despedido, recebe um seguro desemprego no mesmo valor, ou quase, que o salário original, por um período de até dois anos, com direito a renovação, caso não “encontre” um emprego. Ou seja, o imigrante recebe uma pensão sem estar trabalhando e acaba não se integrando na sociedade e não aprende nem mesmo o idioma local. O que ele faz com esse tempo livre? O imigrante então acaba se relacionando apenas com seus conterrâneos e não aprende a cultura local, muitas vezes ainda afirma que odeia o país onde vive e assim formam-se células terroristas no país.
Os atores dos casos de terrorismo na França possuem quase todos essas mesmas características.
Pelo outro lado, nos EUA, quando um imigrante chega no país, ele sabe que não receberá tanta assistência e dessa forma, terá de se virar para poder viver. Então, o imigrante busca o emprego que lhe pareça mais conveniente e não se mantém engessado a um subúrbio de imigrantes, já que as melhores oportunidades de emprego não estão perto desses lugares. Assim então, o imigrante acaba se integrando na sociedade, aprende o idioma e muitas vezes até forma sua própria família no país. Por essa razão, tantos imigrantes se sentem orgulhosos de poderem ter tido a oportunidade de formar seu patrimônio e sua família e são agradecidos ao país, sentindo-se verdadeiros americanos.
Conclusão
O Estado de Bem-estar Social é um exemplo de política que traz muitos problemas para uma sociedade e apesar de toda a propaganda estatal a favor dessas políticas, é preciso se conscientizar dos perigos dessas medidas. Quando essas políticas são aceitas pela população, o governo vai querer intervir e controlar cada vez mais nossas vidas, tirando nossa liberdade de utilizar nosso próprio dinheiro da maneira como nos convenha. Por isso apelo mais uma vez a que as pessoas tenham mais amor pela querida liberdade e não se deixem enganar pela propaganda estatal que tenta colocar na cabeça da população que o governo sabe gastar o seu dinheiro melhor do que você mesmo.
Arthur Falcão
Nenhum comentário:
Postar um comentário